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Mais de 3.000 pessoas estiveram no Fórum Nacional de Seguros 2026

O Fórum Nacional de Seguros terminou hoje, após dois dias de debates sobre principais desafios do setor, reunindo mais de 3.000 participantes e 50 marcas expositoras.

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O Fórum Nacional de Seguros terminou hoje depois de dois dias de debates, talks, negócios, parcerias e conversas sobre os temas mais atuais do setor segurador. Ao todo, estiveram presentes no evento mais de 50 marcas expositoras e mais de 3.000 inscritos estiveram presentes na Alfândega do Porto, ao longo dos dois dias do evento.

 

O segundo dia, que decorreu durante a manhã, ficou marcado pelos três painéis de debate, dedicados à discussão de como as seguradoras podem navegar as alterações climáticas, sobre os seguros Vida, poupança e reforma, e ainda acerca dos seguros de responsabilidade civil.

 

Em paralelo, decorreram durante talks, um novo formato de debate introduzido este ano, que focaram o desafio da sub-avaliação de capitais seguros, bancassurance vs. mediação tradicional, passando pelo seguro de vida, e até à forma como a IA está a reescrever a modo de trabalhar.

Durante estes dois dias, os profissionais do setor puderam assistir a 12 conferências e a 17 talks, onde diversos oradores partilharam as suas opiniões e trocaram ideias e experiências.

 

Nestes dois dias de Fórum Nacional de Seguros, também os principais intervenientes do setor marcaram presença. Gabriel Bernardino, presidente da ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, José Galamba de Oliveira, Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), e Nuno Martins, Presidente da APROSE – Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros, foram entrevistados por ECOseguros.

 

O presidente da ASF reconheceu que, “tirando o comboio de tempestades, o ano até tem estado a correr bem” para o setor segurador, que “continua a crescer nas diferentes vertentes”, com o ramo Vida a registar um crescimento superior aos anos anteriores.

 

Já Galamba de Oliveira colocou em cima da mesa a necessidade “de criar em Portugal uma base de dados de entidades ou de causadores de fraude” para avaliar “potencial de risco” para o setor.

 

Nuno Martins, por sua vez, defendeu que aumentos “brutais” de preços forçou muitas famílias a reduzirem as suas apólices de seguros de saúde. “Este ano não cresceu tanto, as renovações mantiveram-se no nível do ano anterior”, mas o mercado “está muito vivo, competitivo”.

 

ECO Seguros 8/07/2026

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